O Canadá tem fama de ser um lugar aborrecido. Mais tranquilo do que o seu vizinho do Sul, preserva descansadamente uma das democracias mais prósperas e estáveis do mundo, e fá-lo sem dar nas vistas. Não é frequentemente referido pelos jornais, o que é positivo, atendendo à natureza das notícias comummente veiculadas. Os seus cidadãos vivem em harmonia, a sua economia encontra-se em crescimento, e não costuma ser assolado por desastres. Embora tudo isto faça do Canadá um bom país para viver, não o torna particularmente interessante. Mas se investigarmos um pouco, descobrimos um Canadá diferente, estranho, um lugar de homicídio, mistério e experiências paranormais. As histórias que se seguem irão mostrar que o Canadá, longe de ser uma nação imperturbável e enfadonha onde nada acontece, é um foco de eventos peculiares.Quando, durante a Antiguidade, a Europa se encontrava maioritariamente pejada de florestas e tribos nómadas, o México albergava já civilizações complexas, as quais incluíam os Olmecas e os Maias, uma civilização tecnicamente evoluída nos campos da medicina, da engenharia e da astronomia. Os Maias calcularam a precessão dos equinócios e os ciclos das Plêiades, eventos nos quais basearam o seu calendário, uma vez que acreditavam serem oriundos dessa constelação. A última grande civilização, e porventura a mais famosa, antes da chegada dos Europeus, foi a dos Astecas.
Com tantos povos antigos cujas influências, crenças e alterações à paisagem natural se fizeram sentir até aos dias atuais, o México é fértil em lendas, fantasmas, lugares surpreendentes e mistérios. Uma crença na comunhão com coisas distantes (estrelas, constelações e o além-mundo), o misticismo, e também aparições, são temas profundamente arraigados no espírito da nação Mexicana, ao ponto de um evento de natureza milagrosa (a aparição da Nossa Senhora de Guadalupe) ser considerado por muitos como um dos pilares fundacionais do país. A Nossa Senhora de Guadalupe tem um correspondente sombrio, uma outra mulher que se manifestou sensivelmente pela mesma altura: La Llorona, a mulher que chora. Se a primeira visão evoca amor e comunhão, a segunda encontra-se permeada de arrependimento e agonia.
No que respeita aos Estados Unidos, o Nordeste sempre teve um lugar de destaque na memória nacional. Os estados de Connecticut, do Maine, de Massachusetts, de Nova Hampshire, de Rhode Island, de Vermont e de Nova Iorque albergaram algumas das mais antigas colónias Europeias no Novo Mundo. O seu passado cativante e o seu folclore fecundo encontram-se enraizados na identidade nacional, e destinos como Plymouth Rock, os faróis do Maine, e as paisagens outonais de Vermont são símbolos quintessenciais dos Estados Unidos. Porém, o Nordeste sempre teve um lado negro e estranho. Monstros e fantasmas escondem-se nas suas florestas e nas suas casas antigas; e monumentos bizarros, possivelmente construídos por civilizações perdidas, confundem os investigadores locais. Ademais, os primeiros colonos eram indivíduos supersticiosos, conforme no-lo demonstram os julgamentos de bruxas mais famosos da História. Hoje, os Julgamentos das Bruxas de Salém são sobretudo lembrados como símbolo de um passado s